
Talvez...Brasil
Brasil, ápice do amor e caos,
Da beleza gratuita e inocência astuta,
Das riquezas exploradas, mal divididas, encarceradas.
Compartilha a violência, leva o povo à demência,
Que grita e pede clemência, ao ser tratado como puta.
Aceita o jugo pensando em vantagens,
Leva sova, faz escambo, vive de esmolas,
E comemora, como se fosse estiagem...
Nem tudo é carnaval, em meio a tanta aflição.
Separar muito de poucos, é tarefa quase perdida,
Não tão perdida quanto “abala”...
Garimpar almas, esse é o momento,
Brasil, ápice do amor e caos,
Da beleza gratuita e inocência astuta,
Das riquezas exploradas, mal divididas, encarceradas.
Compartilha a violência, leva o povo à demência,
Que grita e pede clemência, ao ser tratado como puta.
Aceita o jugo pensando em vantagens,
Leva sova, faz escambo, vive de esmolas,
E comemora, como se fosse estiagem...
Nem tudo é carnaval, em meio a tanta aflição.
Separar muito de poucos, é tarefa quase perdida,
Não tão perdida quanto “abala”...
Garimpar almas, esse é o momento,
Dar luz à ética, honestidade e sentimento,
De patriotismo cristalino, sem ranhuras ou mesuras,
Consciências desinteressadas, límpidas, nuas,
Retas, eretas, concretas e puras...
Hora de remendar desacertos e lutar,
Não adianta mais lamentar.
O final do túnel é a transformação,
Desfibrilar cada coração, que inerte
E insensível, insiste em não se chocar.
Quem sabe assim conseguiremos,
Realizar um dia tão nobre intento?
Ver cintilar o país no firmamento!
Livre da miséria, fome e violência,
Da corrupção, do engodo e da ganância.
Libertando os filhos da nação,
Filhos, legados a noção de gratidão,
Gratidão e amor por esta terra,
Terra imensa farta em riquezas,
Riquezas da natureza, Brasil!
Agraciado com tanta beleza.
R.Cássia Púlice
Hora de remendar desacertos e lutar,
Não adianta mais lamentar.
O final do túnel é a transformação,
Desfibrilar cada coração, que inerte
E insensível, insiste em não se chocar.
Quem sabe assim conseguiremos,
Realizar um dia tão nobre intento?
Ver cintilar o país no firmamento!
Livre da miséria, fome e violência,
Da corrupção, do engodo e da ganância.
Libertando os filhos da nação,
Filhos, legados a noção de gratidão,
Gratidão e amor por esta terra,
Terra imensa farta em riquezas,
Riquezas da natureza, Brasil!
Agraciado com tanta beleza.
R.Cássia Púlice
3 comentários:
Rita você estava muito inspirada,tocou fundo a minha alma,você consegue nesta poesia expressar o sentimento do brasileiro.bjs!!vania
Parabéns! Me senti tão intensa brasileira como há muito, não sentia.Beijos.
Rita, me emocionei, sentir o que sentimos todos os dias e nos calamos, não podemos calar, temos que gritar, teu poema é um grito de todos os brasileiros! Tenha certeza disso!!! Parabéns
Brasil, ápice do amor e caos,
Da beleza gratuita e inocência astuta,
Das riquezas exploradas, mal divididas, encarceradas.
Compartilha a violência, leva o povo à demência,
Este poema tem que ser lido por todos, sentidos pelo mundo afora!!!
Nosso País é fantástico, a natureza foi muito mãe, não podemos deixar ser esmagados por mentes vil!!!
Este é o meu primeiro, sentir na alma, chorei de emoção!!!
Te beijo, tiro o chapéu pra você, obgd por estar perto de mim!!!
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